Se clicar no " meu perfil completo" em ARTE VIVA pode vêr imagens de Atelier

OBRAS DISPONÍVEIS , PARA VENDA

Physalis


Aguarela, pastel e grafite s/papel.Dimensões: 50 x 70 cm

Antúrio


Desenho/colagem e grafite sobre papel/dimensões: 50 x 70 cm

Antúrios


Série de três desenhos/ técnica: colagem e grafite
Dimensões:50 x 70 cm (cada).

Physalis


Série de três aguarelas e grafite sobre papel.Dimensões: 50 x 70 cm (cada)

Fragmentos do Deserto


Conjunto de telas pintadas a óleo.Dimensão de 18 x 14 cm (cada)

F. do Deserto

F. do Deserto

F. do Deserto

F.do Deserto


Conjunto de 3 telas (18 x 14 cm cada)

F. do Deserto


Conjunto de telas

F. do Deserto


Conjunto de telas

F. do deserto


Conjunto de telas

Vista lateral da tela F. do Deserto


Óleo s/ tela (perspectiva lateral) 18 x 14 cn

Orquidea


Grafite e aguarela s/papel "fine arte" colado em P.V.C Medidas:70 x 100 cm

Bleu


Óleo sobre tela 69 x 72 cm

Fogo


Óleo sobre tela 50 x 40 cm

Mar


Óleo sobre tela 68 x 97 cm

Junto do meu trabalho


Ainda na FAC
PENEI E PENEI...

Ainda na FAC


Entrevistada pela TVI

Produzida com Penas...


Vestida de acordo com o trabalho apresentado na FAC

CORPUS MEUM

O trabalho que apresentei na FAC

"CORPUS MEUM" / Técnica: Fotografia e tecnologia lenticular / Medidas: 160 x 160 cm

CORPUS MEUM


Liberdade


A mão do ser Humano, com um dedo oposto - o polegar - foi uma aquisição evolutiva extremamente importante, pois deu um poder de defesa e capacidade de modificar o meio ambiente...permitindo até pintar!
Justamente, são as mãos o meu principal instrumento na pintura, há mais de 30 anos.

Um dia, deixei de SENTIR AS MÃOS!
Experimentei várias sensações........até à ausência delas e achei que não tinha mãos!

Em finais de Novembro de 2004, fui submetida a uma intervenção cirúrgica à mão esquerda.A cirurgia foi a libertação do nervo mediano, ou um corte do ligamento anelar anterior do carpo.
Pois! A libertação do nervo!... Mas não a minha! Penei todo este tempo, até que em Agosto de 2007 dou por mim a fotografar a mão esquerda com a mão direita, pois é dela que se trata neste trabalho.

Recorri às novas tecnologias e acrescentei pontos eléctricos luminosos.
Imperceptíveis no primeiro olhar, representam os choques que senti, por cada nervo a ser libertado. A libertação de cada um passa por essa ausência de contornos, de amarras, de realidades, de barreiras.

A minha participação na FAC


Chamei à obra "CORPUS MEUM", porque se tratava do meu corpo e como gosto das raízes da nossa lingua - o Latim, intitulei assim: "CORPO MEU" ,em latim, no caso (o corpo)foquei-me na mão que foi operada.

Casa da Música do Porto


Seguem mais imagens que seleccionei entre muitas que fiz!
Entretanto, veio-me à memória os anos 60 no Porto...acabei o curso geral das Belas Artes do Porto em 1969, fui para Luanda para dez meses e voltei para Lisboa, quando acabei o curso.Vide foto no início desta página, antes dos contactos.
E não foi com a Casa Da Música que tudo começou....aguardem o texto e mais fotos.

As que achei melhores....outra vista da Casa da Música.

Como tudo começou!

Fui convidada, a participar na Feira deste ano, 2007, através da Galeria Quattro em Leiria, não tinha ideia do tema mas sabia que queria trabalhar na fotografia digital com recurso à tecnologia lenticular. Aconselhada pelo meu colega João Vieira, fui ao Porto, visitar o Estúdio ZML. Escolhi um hotel perto do estúdio e no percursso que fazia a pé, via sempre uma obra admirável!
Um dia fiz umas fotos, e não resisto em publicar, algumas delas e também referir um comentário de uma senhora (que não deve ser lá muito chegada às artes): Fotografa! filha! È um lindo monumento não haja dúvida!

A obra Arquitectónica é a Casa da Música do Porto!

Seguem algumas fotos da Casa da Música (que afinal as coloquei, antes deste texto!) e mais adiante o texto explicativo da obra apresentada na Feira.(FAC).

DEPOIS DA FEIRA....

Antes de falar da minha participação na Feira de Arte Contemporãnea
vou falar do que é para mim uma feira e o que me levou a fazer esta obra para este Evento.

Nos idos anos 80, (inícios), tive o previlégio de estar a viver em Paris com uma bolsa de estudo da Gulbenkian. Costumo dizer que percorri e pamilhei quilómetros a vêr Arte e Feiras de quase todos os Países, os mais importantes, e acompanhada por uma crítica de arte francesa, a Vêr e comprender para que serve uma Feira de Arte?

Pois tive esse previlégio e aprender o seguinte: Uma Feira de Arte Contemporãnea, é uma grande opurtunidade de um artista apresentar a sua criatividade, para um público tão vasto, que jamais consegue numa exposição individual!

O que me foi dito , vi e entendi, nesses anos 80, a Feira além de mostrar a maior criatividade também era Espectáculo! Daí haver obras desconsertantes e algumas bem bizarras para atraír a atenção do público, era essa a estratégia para vender outras obras mais clássicas e algumas até bastante valiosas, como por exemplo: Picasso, Miró e outros igualmente importantes! Essas vendas faziam-se no acervo do Stand, era uma prática, mais recorrente dos americanos e alemães, outros Países também a adoptaram. As Feiras tinham mais sucesso, até porque os preços eram mais apetecíveis, pois de uma Feira se tratava! Era assim uma boa opurtunidade!

Ao contrário dos dias de hoje, os preços são inflacionados e as performances ou atracções deixaram de existir, então em Portugal, essa prática era rara!
Como realizei performances nos finais dos anos 70 e devido a esta experiência internacional, assim que tive a opurtunidade de participar nas duas últimas feiras
fiz a Festa! Claro que dentro do conceito do meu trabalho, no ano 2006, o trabalho
que apresentei foi sobre as flores e suas senescências, as maiores mudanças vi na papoila, daí vestir-me de Papoila!
Este ano ao lerem o texto que me levou a exibir um grande chapéu com penas (vide fotos), foi a forma que encontrei, para demonstar as duras PENAS que PENEI , até ter a mão esquerda, capaz para trabalhar, depois de uma intervenção cirúrgica em Novembro de 2004.

DAMAS DA NOITE

Os quadros que chamei "Damas da Noite", Têem uma história!
Vejam primeiro, as imagens que se seguem e no final, (delas), leiam a história...

The paintings I called "Damas da Noite" have a story!
See them first, on the next photos and at the end, read the story...

Visão Deslumbrante!

Daturas amarelas

1ª Fase ou "Senecência"

2ª Fase

3ª Fase

4ª Fase

Datura na fase final

Vista Panorâmica da obra

"Performance" na FAC

Papoila Humana

SIMBIOSE

A história dos Títulos....e outra história...

Tentei apelar à criatividade de TODOS os bloguistas, fiquei contente com os resultados!
Obrigado amigos, pois foram só os amigos, que o fizeram! Espero para as próximas provocações, serem mais alargadas do circuito dos amigos bloguistas.

Entretanto, apetece-me contar a história das "DAMAS DA NOITE", claro que fui eu que lhes dei os titulos, vem na sequência de uma mudança em mim : da percepção dos "timings"... Depois de ter sido submetida a uma operação cirúrgica à mão,(finais de 2004), claro que nada será como antes! Assim, ao fim de seis longos meses, de recuperação, ao sair de casa, comecei a olhar tudo de foma diferente!
Reparo por exemplo, perto de minha casa, num lindo campo de papoilas,vão vêr nas imagens que se seguem, como interpretei, esta visão, plàsticamente, depois, a caminho do atelier, reparo em dois quintais magnificamente coloridos com arbustos carregados de "daturas", vulgo - campainhas, damas da noite,e outro nomes,( faço este percurso à cerca de 30 anos e estes quintais, com estas flores, sempre ali estiveram...)
Neste fascínio, realizei um trabalho plástico com novas tecnologias, que me vai proporcionar a mostrá-lo, a convite da Galeria Cubic, na FAC ( Feira de arte contemporanea em Lisboa). A concepção é feita em tiras, com tamanhos, de 300 cm x 90 cm variando para outros tamanhos, que representam as fases, da despigmentação desta flor ou "senescências", ao longo de 2 em 2 semanas, fotografei a sequência da despigmentação que vai do amarelo, ao rosa, à côr avinhada, vermelha e "morre" nas cores, representadas na primeira tira vista no stand, que podem vêr na imagem assinalada no stand da Feira de Arte Contemporãnea.
É também nessa Feira que faço a "Performance" da papoila... Tudo isto aconteceu o ano passado em 2006.

[english]
I tried to call out for the creativity of ALL of bloguers, I'm happy with the results!

Thank you my friends, because it was them who answered my call! I hope my next instigations are boarder in their reach outside the my circle of friends.

Meanwhile, I feel like telling you the story behind "DAMAS DA NOITE", obviously it wasn't me who titled them... they came about after a change in me: the perception of "timings"... After having a surgical operation on my hand (end 2004), everything changes! So, after six long years, of recovery, when leaving the house, I started to see everything with a different eye!

I notice, near my home, a beautiful poppy field, you will see in the next images, my plastic interpretation of that vision, after that, on my way to the studio, I notice two backyards magnificiently colorful with bushes loaded with "daturas", common - doorbells, ladies of the night ("damas da noite" in portuguese), and other names, (I have been doing this same path to my studio for over 30 years, and this backyards with their flowers, have always been there...)

In awe, I made this plastic work with new technologies, which I will be able to show, by invitation of Galeria Cubic, at FAC (Feira de Arte Comtemporânea - Comtemporary Art Fair - in Lisbon). It is made with strips, 300cm x 90 cm, diverting to different sizes, which represent the phases, from the flower's depigmentation or "senescências", two weeks at a time, I photographed the depigmentation sequence, from yellow, pink, wineish color, red and then "dies" in colors, portraited in the first strip seen at the stand, which you can see in the photo of the stand in Feira de Arte Contemporânea.

Also at the Fair, I perform as "Poppy"... Everything happened last year, 2006.




Mão depois de operada.
Hand after surgery.